7 de maio de 2026

Igreja Lagoinha pode estar no meio de uma das maiores casos de fraude do INSS

Igreja Lagoinha pode estar no meio de uma das maiores casos de fraude do INSS

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A Igreja Batista da Lagoinha, uma das maiores denominações evangélicas do Brasil, teve líderes citados oficialmente na investigação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura um esquema de fraudes bilionárias envolvendo benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). 
Investigação da CPMI do INSS
A CPMI, instalada no Congresso Nacional, investiga um complexo esquema de descontos indevidos, empréstimos consignados suspeitos e possíveis fraudes contra aposentados e pensionistas que podem ter causado prejuízos estimados em bilhões de reais.
Em meio às apurações, a senadora Damares Alves (Republicanos‑DF) divulgou uma lista de igrejas e líderes religiosos que aparecem em requerimentos da comissão, incluindo pedidos de quebra de sigilo e convocações para depoimento. 
Lideranças da Lagoinha citadas
Entre os líderes evangélicos mencionados nos documentos oficiais da CPMI estão:
• André Machado Valadão, líder da Lagoinha Global – seu nome aparece em requerimentos que pedem depoimento e quebra de sigilo bancário. 
• André Fernandes, ex‑pastor da Lagoinha Alphaville – citado em requerimento pedindo seu comparecimento à CPMI. 
Outros líderes e igrejas também constam nos requerimentos, embora pertençam a diferentes denominações religiosas. 
A fala de Damares Alves
A divulgação dos nomes ocorreu após cobranças públicas do pastor Silas Malafaia, que criticou Damares por afirmar que “grandes igrejas” estavam envolvidas sem apresentar os nomes. Em resposta, a senadora publicou oficialmente os requerimentos aos quais os documentos da CPMI dão suporte. 
Damares defendeu que os pedidos foram formulados com base em indícios documentais, como relatórios de inteligência financeira e informações da Receita Federal, e que a investigação segue os trâmites legais, respeitando a presunção de inocência. 
Contexto mais amplo da investigação
A CPI do INSS não se limita a líderes religiosos. Ela apura uma rede de empresas, associações e indivíduos que, segundo parlamentares, podem ter se beneficiado de práticas irregulares que afetaram milhões de aposentados e pensionistas do país.

Fonte: conexão Belém