Uma residência localizada no Condomínio Araçás, em Araçatuba, foi alvo de criminosos na noite de sexta-feira (15). A ocorrência foi registrada por volta das 21h23, após a Polícia Militar ser acionada via COPOM com a informação de que um homem havia pulado o muro do condomínio, localizado na rua Aguapeí.
Equipes da Polícia Militar, com apoio do Comando de Força Patrulha, Comando Tático e demais viaturas, foram até o local e fizeram contato com o vigilante do residencial. Segundo o relato, ele percebeu a movimentação suspeita de indivíduos pulando o muro do condomínio, por meio das câmeras de monitoramento e, ao se aproximar da residência invadida, encontrou alguns indivíduos deixando o imóvel.
O vigilante ainda tentou conter um dos suspeitos e entrou em luta corporal com ele. No entanto, recuou após ouvir um dos criminosos gritar “pega a arma”. Temendo ser baleado, ele correu para se abrigar e permaneceu observando a fuga dos suspeitos, que escaparam pulando o muro dos fundos da residência em direção a um pasto próximo à Rua Aguapeí.
Durante vistoria no imóvel, os policiais constataram que diversos cômodos haviam sido revirados. Segundo a corporação, os criminosos danificaram objetos da casa e também um cofre existente na residência. Até o momento, não foi divulgado oficialmente quais itens foram levados nem o valor do prejuízo causado pela ação criminosa.
Imagens do sistema de monitoramento foram entregues à polícia por funcionários da família proprietária do imóvel. Pelas gravações, foi possível identificar três homens encapuzados, usando roupas escuras e bonés, entrando na residência após pularem uma cerca viva do condomínio.
O delegado de plantão foi comunicado sobre o caso e acionou a perícia técnico-científica para realização dos trabalhos no local. Após a conclusão da perícia, a residência foi liberada para funcionários de confiança da família e para a advogada responsável.
O caso foi registrado no plantão policial e será investigado pela Polícia Civil, que deve analisar as imagens das câmeras de segurança para tentar identificar os envolvidos.
(Fonte: RP10 – Via CJI (Consórcio de Jornalistas do Interior de São Paulo)