Casal acusado de golpes milionários é preso em Valparaíso

Casal acusado de golpes milionários é preso em Valparaíso

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Uma operação conjunta da Polícia Militar, por meio da Força Tática, da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso (FICCO/MT) e da Delegacia da Polícia Federal de Araçatuba resultou na prisão de um casal foragido da Justiça na tarde de quinta-feira (21), em Valparaíso, cidade localizada a 47 quilômetros de Araçatuba.

Os presos foram identificados como Júlio César Silvério Júnior, de 35 anos, e Luana Maria Melo dos Santos, de 29 anos. Contra os dois havia mandados de prisão preventiva expedidos pelo Tribunal de Justiça do Estado de Goiás por envolvimento em um processo criminal relacionado ao crime de estelionato. Júlio já tinha condenação por porte ilegal de arma pela Justiça de Araçatuba.

De acordo com a Polícia Militar, as equipes receberam informações de que o casal estaria escondido em Valparaíso e intensificaram o patrulhamento na cidade. Júlio foi localizado por volta das 18h em um campo de futebol de um centro de convivência do município. Segundo os policiais, ele não resistiu à abordagem e afirmou saber o motivo da presença das equipes no local.

Ainda conforme a ocorrência, o suspeito confessou que estava escondido havia cerca de dois meses na casa da mãe dele, localizada no bairro Residencial Anis Buainain. Após a prisão do homem, os policiais seguiram até o endereço indicado e localizaram Luana, que também era considerada foragida da Justiça.

As investigações apontam que Júlio se apresentava como ex-jogador de futebol para conquistar a confiança das vítimas e prometer altos lucros financeiros em supostos investimentos. Segundo informações divulgadas pela TV Anhanguera, afiliada da Rede Globo em Goiás, uma única família teria sofrido prejuízo de quase R$ 1 milhão.

Os suspeitos são investigados por golpes aplicados nos estados de São Paulo, Goiás e Mato Grosso. Após a captura, o casal foi encaminhado para a Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Araçatuba, onde permaneceu à disposição da Justiça.

(Fonte RP10 – Via CJI (Consórcio de Jornalistas do Interior de São Paulo)