Esse movimento ganha força diante de um cenário de mudanças climáticas e necessidade de adaptação constante
A tecnologia já mudou muito a forma de acompanhar lavouras, prever riscos e tomar decisões. Drones, sensores e sistemas de análise de dados fazem parte da rotina de produtores que buscam mais precisão no uso de insumos, água e outros recursos.
“Os dados demonstram que o agronegócio brasileiro está mais atento às novas tecnologias, especialmente em um cenário marcado pelas mudanças climáticas e pela necessidade de adaptação constante”, disse Henrique Galvani, CEO da Arara Seed.
Esse movimento ganha força diante de um cenário de mudanças climáticas e necessidade de adaptação constante.
“Atualmente, já existem diversas soluções disponíveis e acessíveis, como o monitoramento por drones com análise preditiva, a recomendação automatizada de fertilizantes com base na análise de solo e a previsão ideal de colheita com base em dados climáticos e fenológicos. Com IA, é possível desenvolver uma gestão muito mais precisa dos recursos naturais, com controle em tempo real do clima, da irrigação e do crescimento das plantas.”
A mudança, no fim, está menos na tecnologia em si do que na maneira de decidir. Quanto mais dados entram na operação, maior é a possibilidade de antecipar problemas e ajustar o manejo antes que eles se transformem em perdas.
“A inteligência artificial não é mais uma tendência distante. Ela já é uma realidade transformadora que está moldando o futuro do agro e preparando o setor para os desafios de um mundo em constante mudança.”
Fonte: noticias.r7.com