Criança chegou a ser reanimada por equipes do Corpo de Bombeiros e do Samu por cerca de uma hora, mas não resistiu. Polícia Civil investiga as circunstâncias da fatalidade.
Uma tragédia abalou moradores de Três Lagoas na noite de quarta-feira (15). Uma criança de apenas 2 anos morreu após se afogar na piscina de uma residência localizada no bairro São Jorge.
A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que se deslocaram rapidamente até o imóvel na tentativa de salvar a vítima.
De acordo com as primeiras informações apuradas no local pelas autoridades, a criança estava sob os cuidados de uma irmã quando, em um momento de descuido, acabou caindo na piscina. A mãe teria entrado na casa e, ao ouvir os cachorros latirem, saiu para verificar o que havia acontecido. Foi nesse momento que encontrou a filha na água.
As equipes de resgate iniciaram imediatamente os procedimentos de reanimação cardiopulmonar e trabalharam intensamente por cerca de uma hora, na esperança de reverter o quadro. Apesar de todos os esforços, a criança não resistiu.
O caso gerou profunda comoção entre familiares, vizinhos e profissionais que atenderam a ocorrência.
RESPEITO E EMPATIA A FAMÍLIA
Uma amiga da família pediu respeito e empatia neste momento de dor, destacando que os familiares estão completamente devastados com a perda.
A perda de um filho é uma das dores mais profundas que uma família pode enfrentar. Em momentos como este, além da comoção, o caso reforça a importância da prevenção para que acidentes semelhantes não voltem a acontecer.
À família, amigos e pessoas próximas, ficam os sentimentos de solidariedade e respeito diante desta irreparável perda.
A Polícia Civil irá apurar as circunstâncias da tragédia.
Um alerta que pode salvar vidas
Afogamentos estão entre os acidentes domésticos mais graves envolvendo crianças pequenas e, infelizmente, podem acontecer em poucos segundos e em momentos de distração.
Piscinas, caixas d’água, baldes, banheiras e qualquer recipiente com água representam riscos para crianças, especialmente aquelas com menos de cinco anos.
Especialistas orientam que crianças nunca fiquem sozinhas próximas à água, mesmo por um curto período. Cercas de proteção ao redor de piscinas, portões com travas, supervisão constante de um adulto e o aprendizado de medidas preventivas são fundamentais para evitar novas tragédias.
Fonte: tlnoticias.com.br