Uma mulher identificada como Adriana Ventura Teixeira, a Adrianinha, foi encontrada morta no domingo (12) no bairro Beatriz, em Araçatuba. O caso mobilizou equipes policiais e gerou grande comoção entre moradores da região, onde a vítima era bastante conhecida.
De acordo com as primeiras informações, vizinhos acionaram a polícia após sentirem um forte odor vindo da residência (foto abaixo). Ao chegarem ao local, os agentes encontraram a mulher já sem vida na cama e com sinais de violência. O corpo estava em estado avançado de decomposição, o que impossibilitou a realização de velório.
Peritos do Instituto de Criminalística realizaram os trabalhos técnicos na casa para coletar evidências que possam ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte. A Polícia Civil investiga o caso e não descarta a hipótese de feminicídio, crime caracterizado quando a mulher é morta em razão da condição de gênero.
Comoção e apelo por justiça
A morte da mulher gerou forte repercussão nas redes sociais, principalmente após uma publicação feita por um dos filhos da vítima, que relatou indignação e pediu justiça. Ele afirmou que a mãe teria sido vítima de violência e cobrou a identificação do responsável pelo crime.
Moradores dos bairros Beatriz e São José também demonstraram preocupação com a segurança e pediram providências das autoridades. A vítima era conhecida na comunidade e, segundo relatos, mantinha convivência frequente com vizinhos e familiares.
Investigação em andamento
A Polícia Civil segue com as investigações para identificar possíveis suspeitos e esclarecer a motivação do crime. Exames periciais e depoimentos de testemunhas devem ser fundamentais para a conclusão do inquérito.
Casos de feminicídio e violência doméstica são tratados como prioridade pelas autoridades de segurança pública. Especialistas destacam a importância de denúncias rápidas e do apoio da população para prevenir e combater esse tipo de crime.
Denúncias podem ajudar a polícia
Qualquer informação que possa contribuir com as investigações pode ser repassada de forma anônima pelos telefones:
190 — Polícia Militar
197 — Polícia Civil
O sigilo do denunciante é garantido por lei.
Fonte RP10 – Via CJI (Consórcio de Jornalistas do Interior de São Paulo)
